Planet Hemp - Usuário (1995)


Artista: Planet Hemp
Disco: Usuário
Ano: 1995
Esta edição: 1995 (Edição original)
Gravadora: Chaos/Sony (Edição original)
Estilo: Rap, Rock Alternativo
Tempo total: 53:40
Formato: MP3 320k (+ capas)

Faixas:
01. Não Compre, Plante! - 4:11
02. Porcos Fardados - 3:05
03. Legalize Já - 3:00
04. Deisdazseis - 0:48
05. Phunky Buddha - 2:50
06. Mary Jane - 2:09
07. Planet Hemp - 0:32
08. Fazendo A Cabeça - 3:20
09. Futuro Do País - 3:39
10. Mantenha O Respeito - 3:16
11. Puta Disfarçada - 2:25
12. Speed Funk - 1:23
13. Mutha Fuckin' Racists - 3:44
14. Dig Dig Dig (Hempa) - 1:53
15. Skunk - 3:34
16. A Culpa É De Quem - 3:47
17. Bala Perdida - 9:59

Um pouco da história:
Planet Hemp é uma banda brasileira de rap rock criada por Marcelo D2 e Skunk em 1993 no Rio de Janeiro, tendo como integrantes originais Marcelo D2, Rafael Crespo, BNegão, Formigão e Bacalhau. O grupo tem um explícito posicionamento a favor da legalização da cannabis (maconha) e foi acusado de fazer apologia ao uso, fato que gerou muitas divergências A banda voltou a se reunir no palco, no dia 20 de outubro de 2010 em uma festa organizada pela MTV Brasil em comemoração aos 20 anos da emissora no Brasil.

A banda surgiu num encontro entre Marcelo D2 e Skunk no bairro do Catete, no Rio de Janeiro. D2 usava uma camisa de uma banda de hardcore chamada dead kennedys. Skunk, artesão e vendedor de camisetas de rock, deu início a um diálogo, daí nascendo a amizade entre os dois. Skunk falava de música todo o tempo e, nesse momento, D2 resolveu que queria ser músico. Originalmente, a banda era para ser de rock, mas nenhum deles sabia tocar qualquer instrumento: por isso, optaram pelo rap. O nome da banda foi tirado da revista americana High Times, especializada em cannabicultura, ou seja, sobre o cultivo de maconha: hemp, na língua inglesa, significa "cânhamo". Esta estratégia de colocar o nome na língua inglesa não foi muito bem-sucedida, pois, poucos anos mais tarde, o grupo inteiro foi preso por apologia às drogas.


Porém eles não ficaram limitados musicalmente ao rap: logo, vieram se juntar, a Marcelo D2 e Skunk, Rafael Crespo, Bacalhau e Formigão, trazendo, para o Planet Hemp, guitarra, bateria e baixo, e fazendo com que as letras de rap de Marcelo D2 e Skunk recebessem um ritmo totalmente novo e original, batizado pela banda como "Raprocknrollpsicodeliahardcoreragga" devido à mescla entre a psicodelia das guitarras, o rap dos vocais e diversas outras influências musicais da banda. Registraram somente uma única fita demo e seguiram o circuito alternativo em apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e em festivais como o Festival Junta Tribo (Campinas) e Superdemo. A morte de Skunk, em decorrência da AIDS em 1994, quase decretou o fim do grupo. Mas BNegão, que era presente em todos os concertos, assumiu o outro vocal. A banda conseguiu um contrato com a Sony Music (Superdemo / Chaos) de Elza Cohen e gravaram três álbuns: Usuário (1995), Os Cães Ladram mas a Caravana Não Pára (1997) e A Invasão do Sagaz Homem Fumaça (2000).

1995: Usuário
Lançado em março de 1995, o disco Usuário contava com hits como "Legalize Já" que se transformou em hit, apesar do videoclipe ter sofrido censuras. Mas o grupo não chamou atenção somente pelas letras que falam de maconha e legalização. As 17 faixas não se restringem à legalização apenas. O álbum tem na sonoridade uma fusão bombástica entre vários gêneros, extraido da guitarra de Rafael Crespo, do baixo de Formigão, da bateria de Bacalhau e de participantes igualmente inovadores, como o DJ Zé Gonzales ou o vocalista Black Alien. O grupo mostrava-se completamente antenado com as novas tendências norte americanas do rock, onde buscavam influências da cultura negra como meio de renovação. Deste período, surgiram nomes consagrados internacionalmente como o Rage Against the Machine.

Fonte: Wikipedia

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